
domingo, 23 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Eu não sei ser sensual.
Minha sensualidade descamba em dois minutos ( ou menos ).
Tenho um jeito de menina-moleque que me irrita profundamente.
Não adianta sutiã vermelho de renda, creminho, bijoux e outros balagandãs.
#Mafalda , Quino
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
Clarice Lispector
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Um dia li uma frase em Hegel: "nada de grande se faz sem paixão". Mas nada de pequeno se faz sem amor. A paixão testa, o amor prova. A paixão acelera, o amor retarda. A paixão repete o corpo, o amor cria o corpo. A paixão incrimina, o amor perdoa. A paixão convence, o amor dissuade. A paixão é desejo da vaidade, o amor é a vaidade do desejo. A paixão não pensa, o amor pesa. A paixão vasculha o que o amor descobre. A paixão não aceita testemunhas, o amor é testemunha. A paixão facilita o encontro, o amor dificulta. A paixão não se prepara, o amor demora para falar. A paixão começa rápido, o amor não termina.

"Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida."
"Nunca e abandone"
Fugir de uma coisa ...é pensar nela...

Eu tenho um milhão de motivos
pra fugir de pensar em você,
mas em todos esses lugares
você vai comigo."
terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas... Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo."
Caio Fernando Abreu
Que festa fiz pra você!
Fiz, hoje, uma arrumação:
- Desci ao "porão" do tempo...
Tirei o pó das lembranças,
Espantei minhas tristezas,
Varri todos os dissabores.
Quantas mágoas joguei fora!
Lavei minh'alma com o pranto,
Chorei lágrimas tão doces!
Correram como se fossem
Orvalho molhando a terra...
Escancarei as janelas
Da alma, pra que entrasse a luz.
Colhi um buquê de sonhos,
Pra enfeitar meu coração.
Liguei o "som" da memória;
Cantarolei bem baixinho,
Aquela nossa canção...
Que festa fiz pra você!
Assim que você chegar,
De novo estarei sorrindo!
Estarei à porta esperando...
Beatriz Abaurre
Fiz, hoje, uma arrumação:
- Desci ao "porão" do tempo...
Tirei o pó das lembranças,
Espantei minhas tristezas,
Varri todos os dissabores.
Quantas mágoas joguei fora!
Lavei minh'alma com o pranto,
Chorei lágrimas tão doces!
Correram como se fossem
Orvalho molhando a terra...
Escancarei as janelas
Da alma, pra que entrasse a luz.
Colhi um buquê de sonhos,
Pra enfeitar meu coração.
Liguei o "som" da memória;
Cantarolei bem baixinho,
Aquela nossa canção...
Que festa fiz pra você!
Assim que você chegar,
De novo estarei sorrindo!
Estarei à porta esperando...
Beatriz Abaurre
sábado, 1 de janeiro de 2011
para o ano que já chegou

”[…]’É impossível ver o próprio reflexo em águas movimentadas,
isso só é possível em águas paradas.’[…]
Comecei a pensar em quanto tempo da minha vida
eu gasto me debatendo de um lado para o outro como um peixão procurando o ar
ou desvencilhando-me de alguma preocupação desconfortável,
ou então saltitando alegremente em direção de mais prazer ainda.
E me perguntei se poderia ser útil para mim
(e para aqueles que carregam o fardo de me amar)
se eu conseguisse aprender a ficar parada e suportar um pouco mais,
sem me deixar sempre arrastar pela estrada esburacada das circunstâncias.
in "Comer, Rezar, Amar "
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